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O que é melhor para uma empresa: contrato de pré-pagamento ou de pós-pagamento?

O que é melhor para uma empresa: contrato de pré-pagamento ou de pós-pagamento?

Os contratos com preço preestabelecido são aqueles em que o preço é definido anteriormente e segue inalterado durante toda a vigência, salvo os reajustes por variação de custos e de faixa etária, arcando a operadora com o risco de realização das despesas assistenciais.

Já nos contratos com preço pós-estabelecido, também conhecidos como administrados, o custo do plano dependerá dos gastos futuros, pois é da empresa contratante o risco da realização de despesas assistenciais, cabendo à operadora uma taxa de administração, que remunera a organização e o controle de acesso aos serviços. A empresa contratante, ou estipulante, deve tomar cuidados ao escolher uma dessas duas modalidades de contrato.

No contrato de preço preestabelecido, por exemplo, deve-se analisar a cláusula de reajuste e o período determinado para reavaliação de custos. Pode haver carência e, dependendo da operadora, podem ser usados diversos itens de controle da utilização.

Em relação ao contrato administrado, a empresa precisa saber que a diluição de riscos depende de grande massa de funcionários, além de ser necessária boa estimativa da utilização do plano. Em alguns casos, é preferível fixar a taxa de pagamento da operadora ao invés de aceitar sua variação conforme o custo do uso.

A faixa etária da carteira também é um importante fator para a definição do custo de cada tipo de contrato.

Rede D’Or São Luiz é eleita empresa do ano no prêmio Valor 1000

Maior grupo hospitalar do país, a Rede D’Or São Luiz é a primeira empresa de capital fechado a ser eleita Empresa de Valor desde que o anuário Valor 1000 foi lançado, em 2001. A premiação coroa uma trajetória marcada pela evolução consistente de resultados, sobretudo ao longo dos anos de crise. O grupo figura no time das companhias que mais cresceram no ranking das mil maiores no período de sete anos.

E pela quinta vez consecutiva, desde 2015, ocupa a primeira colocação no setor de serviços médicos . Em 2010, também venceu como Hospital São Luiz .

Nos últimos quatro anos, cerca de 3 milhões de pessoas perderam o plano de saúde devido à crise econômica e ao desemprego. Ainda assim, a Rede D’Or conseguiu, em 2018, aumentar o lucro em 22,5%.

Diante das perspectivas de envelhecimento da população e da mudança no modelo de remuneração, que tende a ser cada vez mais baseado em performance, a companhia começou há alguns anos a diversificar seu negócio. Além dos hospitais, que são sua principal fonte de receita, o grupo é dono de uma rede com mais de 40 clínicas oncológicas, laboratórios de medicina diagnóstica e uma corretora com cerca de 2 milhões de usuários de planos de saúde corporativos.

Neste mês, a Rede D’Or adquiriu 10% da Qualicorp , empresa com 2,4 milhões de usuários, sendo que a maior parte é de planos de saúde por adesão.

A família Moll é a controladora da Rede D’Or, com fatia de 59%. Os demais sócios são o Carlyle e o GIC (fundo soberano de Cingapura).

Empresários presentes ao prêmio ressaltam que, embora os resultados ainda sejam incipientes, as reformas da Previdência e tributária são essenciais e devem permanecer como prioridade na agenda do governo. As incertezas em relação à economia global e seus reflexos para o Brasil, que ainda não conseguiu engrenar uma retomada prevista para este ano, reforçam a importância dessas mudanças, na visão dos executivos.