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O que é sinistralidade?

O que é sinistralidade?

A sinistralidade é medida através de um índice, que relaciona as receitas com mensalidades, e as despesas, com benefícios, num determinado período. As despesas correspondem à soma de todos os valores com atendimento médico-hospitalar e odontológico proporcionado aos beneficiários, realizado na rede de prestadores médicos ou odontológicos próprios, credenciados ou referenciados, e por prestadores não integrantes da rede da operadora (nos planos de livre escolha, via reembolso de despesas pagas pelos beneficiários, conforme as condições contratuais).

Além das despesas com benefícios, as operadoras têm de pagar o pessoal empregado, os corretores independentes e os tributos. Nos planos individuais, a lei permite que a operadora aplique um reajuste de preços, de modo a recuperar o equilíbrio técnico-financeiro do contrato, sujeito à autorização da ANS. Nos planos coletivos, esse mesmo objetivo pode ser atingido, independente de autorização da agência reguladora.

O reajuste assegura a continuidade do atendimento com manutenção da qualidade. Existe também o caso inverso: se a sinistralidade se apresenta muito baixa, é possível que ocorra um desconto nos prêmios para o próximo período.

Qualidade do atendimento da Unimed Catanduva está acima da média nacional

Qualidade do atendimento da Unimed Catanduva está acima da média nacional

A Unimed Catanduva tem pontuação acima da média geral na qualidade do atendimento que oferece aos seus beneficiários. O índice obtido (64,74 pontos), ficou acima da média nacional (63,10), quando comparada com as operadoras de pequeno, médio e grande porte do país, inscritas no prêmio.

Todas as inscritas, foram avaliadas na 11ª edição do Prêmio Nacional Unimed de Atendimento, promovido pela Central Nacional da Unimed, que avalia e reconhece o atendimento das Unimeds aos clientes da marca, com o objetivo de contribuir para o aumento da qualidade de atendimento nas singulares.

A pontuação obtida pela Unimed Catanduva, ainda que não tenha rendido premiação, foi recebida como uma grande conquista pela diretoria e equipe do departamento do Relacionamento Com Cliente (RCC) que, há dois anos, passou a adotar uma ótica mais avançada para cuidar do cliente. “Nosso objetivo principal quando nos inscrevemos no Prêmio, era, com o resultado da avaliação, identificar possíveis fragilidades em nossos processos, para que pudéssemos evoluir. A pontuação obtida, nos revela que estamos no caminho certo, disse a gerente de Relacionamento da Unimed Catanduva, Rosângela Aparecida Gisse Pinto.

Dentre as avaliações positivas, os beneficiários apontaram o interesse das colaboradoras em ouvir o cliente, o tempo de espera para ser atendido, bem como a linguagem adequada, considerando o atendimento como de qualidade.

PRIMEIRA VEZ

Esta foi a primeira vez que a Unimed Catanduva participou desta avaliação, que tem quatro fases. Além do preenchimento de questionário sobre a estrutura da Unimed Catanduva, a singular foi avaliada por cliente oculto – presencial, por telefone e internet.  Os critérios avaliados foram eficácia, cordialidade e satisfação do beneficiário, entre outros. Houve também avaliações feitas por clientes reais.  A avaliação também buscou dados em pesquisas nos serviços de atendimento e de proteção ao consumidor, site Reclame Aqui e redes sociais, além das NIPS abertas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), originárias de reclamações de clientes a esse órgão, análise do número de ações judiciais contra a operadora por problemas em algum tipo de atendimento, recebendo aqui a consideração de que, ainda que tenham havido reclamações, estas, foram tratadas de forma correta e eficaz, o que demostra o cuidado e respeito pelo cliente, bem como o cuidado com a marca Unimed.

Como funciona a vigência do plano de saúde corporativo

Como funciona a vigência do plano de saúde corporativo

Os seguros e planos novos, contratados depois que a Lei nº 9.656 entrou em vigor, em 1º de janeiro de 1999, têm uniformidade nas regras que determinam quando começam a ter eficácia, ou seja, o início da vigência.

O contrato tem duração mínima de um ano, a partir da data da assinatura:

  • Da proposta de adesão nos seguros e planos coletivos; ou
  • Do contrato individual; ou
  • Do pagamento de qualquer valor (taxa de adesão, mensalidade ou qualquer nome que se dê a qualquer valor cobrado).

Das três alternativas, vale a que ocorrer em primeiro lugar.

O início da vigência do seu contrato, contudo, não elimina a obrigatoriedade do cumprimento dos prazos de carência que foram estabelecidos.

Desde abril de 2009, os beneficiários de seguros ou planos de saúde individuais e familiares que assinaram contrato depois de janeiro de 1999 podem trocar de operadora levando para a nova empresa as carências já cumpridas no plano anterior.

Saiba mais sobre a Portabilidade de carências.

Fonte: http://www.tudosobreseguros.org.br/vigencia-8/

Plano de saúde corporativo atinge 63% dos funcionários

Plano de saúde corporativo atinge 63% dos funcionários

Apesar de necessário, devido às insuficiências do atendimento na saúde pública, cerca de 30% dos trabalhadores do País não tem plano de saúde, de acordo com pesquisa da Ticket. Ainda segundo o levantamento, 63% dos trabalhadores são beneficiados por planos de saúde corporativos e 7% possuem planos particulares.

A pesquisa aponta que o alto custo de um plano de saúde é o principal motivo para troca de convênio (25%), seguido da falta do atendimento de alguma especialidade médica (16%).

“Percebemos com este levantamento que há um espaço de não atendimento de colaboradores de algumas empresas e que o valor gasto com o plano médico é um fator importante na tomada de decisão de contratação”, explica Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

Não há lei que obrigue as empresas a oferecerem planos de saúde para os funcionários. “Caso o plano de saúde esteja previsto na convenção coletiva de determinada categoria, a empresa é obrigada a oferecer o benefício”, explica Antônio Carlos Aguiar, diretor do Instituto Mundo do Trabalho.

Sobre a utilização do serviço médico, 76% acabam recorrendo à cobertura para realização de exames clínicos e consultas de especialidade e só um quarto recorre ao serviço para atendimento hospitalar. Do total dos pesquisados, mais da metade (62%) realiza check-up anual.

De acordo com a pesquisa, 45% das empresas de pequeno porte, com até 100 funcionários, dizem que não oferecem convênio médico aos seus colaboradores. Das que oferecem o benefício (55%), 41% apontam que o custo mensal com a contratação da assistência chega a ser de R$ 10 mil, e 11% gastam entre R$ 11 mil a R$ 25 mil por mês.

Para as médias e as grandes empresas, que contam com até 2 mil funcionários, 55% delas alegam gastar até R$ 50 mil ao mês com convênio médico que oferece aos empregados e 37% não oferecem este tipo de benefício ao trabalhador.

Para as empresas, o maior mercado da saúde suplementar, o gasto com planos para funcionários sobe ano a ano e cresceu 19%, em 2017, saindo de R$ 270,30, em 2016, para R$ 321,58.